Após o sucesso de Medida Provisória, filme nacional mais visto no Brasil no ano de sua estreia, e de dirigir Um Ano Inesquecível – Outono e o documentário Bando, Um Filme De:, Lázaro Ramos retorna à direção com um novo projeto: Mais Que Irmãos, no qual também atua. O anúncio foi feito pela revista Variety durante sua passagem por Berlim, onde acompanha a Berlinale, um dos principais festivais de cinema do mundo.
O longa, com roteiro de Sérgio Machado (Madame Satã, Cidade Baixa), é um road movie que acompanha a amizade entre um cantor e um poeta em um momento decisivo de suas vidas e carreiras. A viagem que os une se transforma em uma investigação poética, musical e existencial, enquanto os dois buscam criar uma obra conjunta que ultrapasse o registro biográfico e se consolide como um manifesto sensível sobre o Brasil profundo — onde cultura popular e poesia coexistem como formas de resistência e beleza.

Mais Que Irmãos marca também o reencontro criativo de Lázaro com a ELO STUDIOS, responsável pela produção do filme e distribuidora de Medida Provisória. “Eu estou muito feliz em poder dirigir meu quarto filme e reafirmar minha parceria com a ELO. Principalmente por ele dialogar com este momento em que o cinema brasileiro celebra sua identidade e sua linguagem contando uma história que se passa em nosso território”, afirma o diretor. Para Sabrina Nudeliman Wagon, CEO da ELO STUDIOS, o projeto reforça o compromisso com narrativas potentes e sensíveis: “Lázaro traz uma verdade irrefutável em suas obras. Mais Que Irmãos vai mostrar um Brasil que muitos desconhecem, mas que é a base cultural do nosso país.”
Reconhecido como um dos artistas mais plurais de sua geração, Lázaro Ramos construiu uma trajetória sólida no teatro, no cinema, na televisão e na literatura. Com cerca de 40 filmes no currículo, é protagonista de títulos marcantes como Madame Satã, Carandiru e Cidade Baixa, além de ter sido apontado pelo New York Times como um dos melhores atores do mundo. Agora, ao anunciar seu quarto longa como diretor, reafirma seu compromisso com histórias que exploram pertencimento, criação e o poder da arte como tradução do país.














