O Museu de Arte de Brasília (MAB) realizou, na última terça-feira (28), uma visita guiada exclusiva para convidados à exposição Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília. Mediado pelo curador Cláudio Pereira, o encontro ofereceu uma imersão aprofundada na mostra, que reúne obras do acervo do MAB e da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira, propondo conexões entre arte, memória e a construção simbólica da capital federal.
O percurso apresentou os principais eixos curatoriais da exposição, que investiga a noção de liberdade em suas dimensões estética, política, poética e histórica. A narrativa parte do álbum Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo, de Mário Fontenelle, e se desdobra em diálogos com obras de nomes fundamentais para a consolidação visual da cidade, como Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Athos Bulcão e Marianne Peretti, além de produções contemporâneas.

Durante a visita, o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, ressaltou o papel do museu como guardião da memória artística da cidade. Para ele, o MAB se consolida como um espaço de celebração da arte contemporânea e de preservação da história da capital, destacando a relevância de uma mediação conduzida pelo próprio curador da mostra.
Já o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, apontou a visita como um reflexo do momento de renovação institucional vivido pelo museu, evidenciado por obras que expressam a relação de Brasília com as artes visuais e o design. Em cartaz até 26 de fevereiro, Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília reafirma o compromisso do MAB com o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes gerações e linguagens artísticas.
































