A arte inspira a moda e a moda se nutre da arte. As duas manifestações artísticas estarão juntas no lançamento do Verão 2020 da Magrella, nesta quinta-feira, 29 de agosto, das 10h às 20h. A loja apresenta as novas coleções do seu portfólio de marcas à temporada em meio a exposição dos trabalhos de Betty Bettiol e Ralph Gehre. Ao todo serão 26 obras, entre óleo sobre tela, pintura e colagem em técnica mista, e desenhos sobre papel dos renomados artistas plásticos de Brasília, posicionadas nas salas do espaço na QI 3 do Lago Sul.

A proposta inédita na cidade promete uma fusão surpreendente das duas expressões culturais. Uma interação entre os trabalhos de Ralph Gehre e Betty Bettiol com as novas coleções de Andrea Bogosian, Cmindov, Cruise, Gaitee, Lica Melzer, Lilly Sarti, Magrella, Nk, Olimpiah, Printing e Reinaldo Lourenço. A montagem da exposição tem assinatura de Manoel Oliveira.

“Era um desejo antigo abrir o nosso espaço para a arte, principalmente para uma exposição de artistas tão importantes para a cultura da nossa cidade”, diz Cleuza Ferreira.
“Eu estou especialmente feliz em expor o meu trabalho de uma forma diferente e ao lado de uma artista que admiro, Bettty Bettiol. É uma ocasião rara e especial”, afirma Ralph Gehre, que selecionou para a Magrella cinco desenhos sobre papel e cinco acrílicos sobre tela da sua mais nova exposição: Combos. As obras têm inúmeras possibilidades de montagem, podendo se transformar em dípticos, trípticos ou em obra única.

Já Betty Bettiol exporá 16 trabalhos inéditos, óleos sobre tela que vão de 50×50 a 2,80×2,00, que estimulam uma interferência do expectador a partir de uma ilusão ótica, opty art. As obras em cores vibrantes podem ser apreciadas na horizontal ou na vertical. Para a artista essa é uma exposição especial “porque está na prestigiosa companhia de Ralph Gehre, um grande e consagrado artista, e porque marca um tipo de associação que faz falta na sociedade brasileira: o encontro de artistas e o empreendedor, da arte com a empresa”.

“O artista precisa do suporte econômico e social para dar visibilidade ao seu trabalho. O artista tem a natural perspectiva de fazer o seu trabalho conhecido. O artista não pode ser um egoísta que cria para seu deleite pessoal. É um agente social, um protagonista da vida e da sociedade, seja para interpretá-las, criticá-la ou subvertê-la. A empresa, de sua parte não é uma engrenagem mecânica com a só vocação de gerar lucros e dividendos. A empresa moderna tem comprometimento social também. Cada vez mais o business de visão identifica-se com as artes, o esporte, o pensamento, a pesquisa”, observa Betty Bettiol. “Essa é a perspectiva do Grupo Magrella e de sua criadora, a empresária Cleuza Ferreira, engajada na vida cultural e artística da cidade, faz tempo”, completa.
Fotos: Divulgação/Reprodução














