Max Verstappen lidera o ranking salarial da temporada, seguido por Hamilton, Leclerc, Alonso e Norris — uma elite onde performance e marketing andam lado a lado
Na Fórmula 1, a velocidade não é o único fator que define os campeões. Em 2025, além do desempenho nas pistas, os pilotos também disputam posições de destaque em um ranking paralelo: o dos salários mais altos da temporada. E quem cruza a linha de chegada no topo dessa lista é Max Verstappen. O tricampeão da Red Bull lidera com impressionantes US$ 65 milhões por ano, refletindo não só seu domínio técnico, mas também seu valor de mercado.

Logo atrás, vem Lewis Hamilton, agora vestindo o vermelho da Ferrari. Aos 40 anos, o heptacampeão mostra que sua força segue intacta dentro e fora das pistas, faturando US$ 60 milhões por temporada. Em terceiro lugar está Charles Leclerc, principal aposta da escuderia italiana para o futuro, com um salário de US$ 34 milhões anuais.
Fechando o top 5, dois nomes dividem o quarto lugar: o veterano Fernando Alonso (Aston Martin) e o carismático Lando Norris (McLaren), ambos com US$ 20 milhões por ano. A lista reforça que, na Fórmula 1, talento, legado e apelo comercial valem tanto quanto os segundos cravados no cronômetro. Afinal, no circo da F1, quem sabe acelerar também precisa saber faturar.













