Em um diálogo íntimo com a plateia, Maitê revisita memórias em uma obra sensível e tocante
A CAIXA Cultural recebe, nos dias 19, 20 e 21 de abril, a peça O Pior de Mim, monólogo com Maitê Proença. No monólogo Maitê revisita memórias em uma obra sensível e tocante, cujo texto é de autoria da própria atriz e a direção de Rodrigo Portella. Os ingressos custam entre R$15 (meia) e R$30 na bilheteria do teatro ou no site da Bilheteria Cultural.
Na peça, como em um íntimo diálogo com a plateia, Maitê parte de histórias pessoais para falar de diversas situações, e dos mecanismos desenvolvidos para se proteger de dores do passado. “É sobre aquela porta dos fundos por onde todos escapamos quando ninguém está olhando, e levantamos muros onde gostaríamos de ter construído pontes”, explica.
A peça foi indicada ao prêmio Cesgranrio, como melhor texto, e Cenym, como melhor monólogo, ambos em 2022. Segundo Miguel Arcanjo Prado, membro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), a obra apresenta uma “atriz com farta capacidade de comunicação, não só em sua atuação, como também na dramaturgia que constrói, mostrando seu domínio das palavras e da poesia que emana delas”.
“Meus dramas familiares não têm nenhuma importância. A peça é sobre todos nós e o que fazemos com o enredo que nos foi dado. Refiro-me à minha própria história porque é a única que tenho, e ela me dá autoridade pra tratar dos assuntos que abordo na peça”, conclui a atriz e autora.
A elaboração do texto teve como ponto de partida registros guardados da atriz e que resultaram em um livro de mesmo nome, lançado pela Editora Agir. “Nossas histórias pessoais são distintas, mas a forma que reagimos quando fragilizados é muito semelhante”, afirma Maitê Proença em sua obra literária.
O livro vai estar à venda no foyer do teatro nos dias de apresentação e será autografado pela autora.
Sinopse:
Em interlocução direta com a plateia, Maitê Proença faz uma contação de casos que partem de sua experiência, mas que são universais e falam de todos nós. Pelas bordas dessas histórias universais, vão surgindo temas atuais, como a nova mulher de 60, machismo e outros preconceitos. Numa clara opção pela alegria, a atriz enche de esperança temas que parecem não ter solução.
Mais informações estão disponíveis no site da CAIXA Cultural.
Foto: Dalton Valério.













