Por Isabela Mendes
O ano de 2025 foi marcado por estreias e retornos que redefiniram o comando criativo de algumas das maiores grifes do mundo. Jonathan Anderson assumiu a Dior, Rachel Scott apresentou sua aguardada prévia para a Proenza Schouler, Dario Vitale realizou seu primeiro e único desfile à frente da Versace e Louise Trotter consolidou sua chegada à Bottega Veneta.


Matthieu Blazy estreou na Chanel em um dos momentos mais observados da temporada internacional, enquanto nomes históricos também voltaram ao centro da cena, reforçando a força do legado na construção dessas novas fases.

Entre as voltas mais simbólicas do ano, Calvin Klein retornou ao centro da cena ao reaparecer como figura-chave no novo momento de sua marca, agora sob a direção criativa de Veronica Leoni. A presença do fundador reforçou o diálogo entre passado e futuro, enquanto outras maisons passaram a apresentar suas novas fases de maneira gradual, utilizando eventos culturais e aparições públicas como extensão de suas estratégias criativas.

O ciclo de estreias de 2025 também foi marcado pela despedida de Giorgio Armani, que faleceu às vésperas da celebração dos 50 anos de sua marca. Sua trajetória encerrou um capítulo fundamental da história da moda contemporânea, deixando um legado que segue como referência em um ano dominado por mudanças de liderança, reposicionamentos criativos e novos começos nas grandes grifes.














