O Boa Vista Estates inaugura oficialmente neste sábado, 26 de setembro, seu novo condomínio, em um projeto que propõe uma interpretação contemporânea da vida no campo. Assinado pelos arquitetos Sig Bergamin e Murilo Lomas, com paisagismo de Maria João d’Orey, o empreendimento ocupa uma área de aproximadamente sete milhões de metros quadrados destinada a apenas 250 famílias. A proposta parte da integração entre arquitetura, paisagem e natureza, com espaços pensados para valorizar privacidade, convivência e a experiência de viver em contato com o entorno.
A baixa densidade é um dos elementos centrais do projeto. Em vez de concentrar a experiência apenas nas residências, os arquitetos trabalham o território como parte fundamental da arquitetura, incorporando topografia, vegetação, vistas e percursos ao desenho do condomínio. Madeira, pedra, vidro e água aparecem combinados a grandes aberturas e jardins generosos, criando uma continuidade entre ambientes internos e externos. “O Estates parte de uma condição de território muito particular. Estamos falando de cerca de sete milhões de metros quadrados pensados para apenas 250 famílias. Essa baixa densidade muda completamente a relação entre arquitetura, paisagem e privacidade”, afirma Murilo Lomas.
A inspiração na vida no campo aparece também na forma como o projeto organiza seus espaços de convivência. Silêncio, horizonte, jardins, cavalos e esporte são reinterpretados sem recorrer a uma estética rural literal. “Tem distância, silêncio, horizonte, natureza, cavalo, golfe… você realmente sente espaço. E não é uma visão nostálgica da vida no campo. É pegar essa tradição e trazê-la para uma maneira muito atual de viver”, explica Sig Bergamin. Golfe, Country Club, wellness, esporte, gastronomia e o Equestrian Center integram a infraestrutura do condomínio, criando diferentes possibilidades de encontro e lazer sem comprometer a privacidade das áreas residenciais.
No Equestrian Center, cocheiras, pátios, picadeiros e jardins estabelecem uma relação direta com a paisagem e reinterpretam referências das tradicionais propriedades equestres. Nos interiores, a dupla combina materiais naturais e uma curadoria de mobiliário que atravessa diferentes períodos, com peças das décadas de 1940, 1950 e 1960 convivendo com desenhos contemporâneos. Madeira, pedra, veludo e tecidos gráficos acrescentam textura aos ambientes, enquanto a composição busca equilibrar sofisticação e acolhimento. “Você consegue criar distância entre as coisas, criar percursos, jardins que realmente têm escala. E hoje espaço, silêncio e horizonte são luxos enormes”, afirma Sig Bergamin. Com a inauguração, o Boa Vista Estates apresenta uma forma de morar em que arquitetura, natureza e convivência são pensadas como partes de uma mesma experiência.





















