A Louis Vuitton leva ao Grand Palais, em Paris, uma exposição dedicada à bolsa Capucines, modelo emblemático da maison, com versões reinterpretadas por artistas de diferentes partes do mundo. Aberta ao público de 23 a 25 de outubro, como parte da Art Basel Paris 2026, a mostra celebra os sete anos do projeto Artycapucines, iniciativa que aproxima o savoir-faire da marca das expressões da arte contemporânea.
Ao todo, obras de 14 artistas integram a exposição coletiva, que explora as possibilidades criativas do acessório por meio de técnicas como pintura e assemblagem. Entre os destaques estão Takashi Murakami, que apresenta uma interpretação camuflada desenvolvida para a edição de 2025; Frank Gehry, com luminárias em forma de peixe; e Alex Israel, cuja criação incorpora referências ao mar. As peças demonstram como um mesmo modelo pode ganhar novas formas a partir de diferentes repertórios artísticos.
A cenografia também dialoga com a história da maison, conhecida por sua tradição na criação de baús de viagem. No Grand Palais, caixotes abertos, pedestais e estruturas que remetem a esses objetos evocam o transporte e a proteção de obras de arte. A exposição apresenta ainda uma coleção Artycapucines dedicada ao universo de Keith Haring, exibida ao lado de uma mala Louis Vuitton da década de 1930 que recebeu a assinatura do artista nos anos 1980.
As novas bolsas inspiradas em Haring trazem superfícies decoradas com figuras em miniatura e correntes ornamentais, ampliando a proposta do projeto de explorar a singularidade de cada colaboração. Desde seu lançamento, em 2019, o Artycapucines convida artistas a reinterpretar a Capucines em parceria com os artesãos da marca, criando peças que aproximam o trabalho manual da experimentação artística. A exposição reafirma essa conexão entre moda, design e arte, apresentando o acessório como suporte para diferentes linguagens visuais.
Confira os destaques da exposição que aproxima o universo do luxo da arte contemporânea:



















