Duas décadas após conquistar o público com sua combinação de moda, ambição e bastidores do universo editorial, O Diabo Veste Prada voltou aos holofotes em grande estilo. A aguardada sequência do clássico de 2006 alcançou um marco reservado a poucas franquias cinematográficas: ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, consolidando Anne Hathaway como protagonista de uma das sagas mais lucrativas da indústria.
Desde sua estreia, O Diabo Veste Prada 2 já arrecadou mais de US$ 676 milhões (cerca de R$ 3,4 bilhões) nos cinemas ao redor do mundo. Desse total, aproximadamente US$ 218 milhões vieram do mercado norte-americano, enquanto os mercados internacionais responderam por outros US$ 458 milhões. Somados aos US$ 326 milhões obtidos pelo primeiro longa em 2006, os números colocam oficialmente a franquia acima do cobiçado patamar bilionário.
O desempenho impressiona especialmente porque a continuação chegou às telonas cercada por altas expectativas e recebeu avaliações divididas da crítica especializada. Ainda assim, o apelo da história e o retorno do elenco original provaram ser uma combinação irresistível para o público.
Anne Hathaway retomou o papel que marcou sua carreira ao lado de Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci, reunindo novamente os personagens que ajudaram a transformar o filme original em um fenômeno cultural. O reencontro despertou a nostalgia dos fãs e atraiu uma nova geração de espectadores, impulsionando a produção a figurar entre os maiores sucessos comerciais de 2026.
Mais do que um triunfo de bilheteria, o resultado reforça a força duradoura de uma marca que transcendeu o cinema para se tornar referência de estilo, cultura pop e influência no universo da moda. Vinte anos depois, O Diabo Veste Prada prova que continua tão relevante quanto elegante.
Fotos: Divulgação













