No ano em que completa cinco décadas de trajetória, a Artefacto marca presença na SP-Arte 2026 com um movimento que amplia sua atuação no design brasileiro e reforça sua conexão com o universo da arte. A participação na feira sinaliza um novo momento da marca, que passa a explorar de forma mais contundente o território da criação autoral e do mobiliário como linguagem cultural. Ao celebrar seus 50 anos, a Artefacto reafirma sua vocação ao mesmo tempo em que expande seu repertório, consolidando o design nacional em diálogo com o cenário internacional.

Sob direção criativa de Patricia Anastassiadis, a coleção Cosmos traduz esse posicionamento ao propor uma abordagem que ultrapassa a funcionalidade do móvel e investiga novas camadas de significado. A proposta articula forma, técnica e sensibilidade em uma construção que equilibra passado e futuro, refletindo a maturidade da marca. “Ao completar 50 anos, a Artefacto reafirma sua capacidade de evoluir sem perder sua essência, ampliando seu repertório e fortalecendo o design brasileiro como expressão cultural relevante”, afirma Paulo Bacchi, CEO global da Artefacto.

No espaço expositivo da SP-Arte, a marca apresenta uma síntese da coleção em um ambiente que valoriza o design como experiência estética, deslocando o mobiliário de seu uso convencional para o campo da contemplação. É nesse contexto que surge Libra, peça criada especialmente para a feira, que se posiciona no limite entre objeto funcional e obra de arte. A criação propõe uma leitura baseada em equilíbrio, tensão e proporção, traduzidos com rigor formal e precisão conceitual.

Produzida em edição numerada e limitada a 50 unidades, Libra inaugura uma nova camada de atuação da Artefacto ao aproximar definitivamente o design de mobiliário do universo colecionável. “Cosmos nasce de um olhar para o todo, para as relações que conectam cada elemento em uma construção contínua. Libra surge como um ponto de equilíbrio dentro desse universo, uma peça que se coloca entre design e arte, sem se limitar a uma única definição”, explica Patricia Anastassiadis. Ao apresentar a obra na SP-Arte, a marca reforça seu posicionamento em um território híbrido, onde criação, conceito e permanência se encontram.














