Durante a Bienal de Veneza 2026, a Bottega Veneta realizou uma programação especial de encontros culturais e exposições pela cidade, reforçando a ligação histórica da maison com Venice. Celebrando seus 60 anos sob a direção criativa de Louise Trotter, a marca apoiou duas iniciativas centrais da temporada artística: If All Time is Eternally Present, projeto colateral da Biennale d’Arte realizado com a Pier Luigi Nervi Foundation, e Lorna Simpson. Third Person, na Punta della Dogana-Pinault Collection.
Abrindo a agenda cultural, a maison promoveu um breakfast salotto reunindo as artistas Tai Shani, Meriem Bennani, Orian Barki e Kandis Williams, além das curadoras Marta Barina e Chiara Carrera, em uma conversa conduzida por Francesca Gavin sobre os temas da exposição If All Time is Eternally Present. Na mesma noite, a Bottega Veneta co-organizou o coquetel de abertura da mostra em Campo Manin, onde obras em imagem em movimento passaram a ocupar o espaço público de Venice, aproximando arte contemporânea, arquitetura e cotidiano urbano.

No dia seguinte, a marca recebeu convidados no Palazzo Soranzo Van Axel, sede da Bottega Veneta Venice Residence, para celebrar a exposição Lorna Simpson. Em parceria com a Hauser & Wirth. A mostra da artista norte-americana propõe um diálogo entre imagem, memória e arquitetura dentro do palazzo do século XV, criando uma experiência intimista que conecta arte contemporânea ao patrimônio histórico veneziano. Entre os destaques está a instalação em vídeo Walk With Me (2020).

Fundada em 1966, a Bottega Veneta mantém uma relação profunda com Venice, refletida tanto em sua estética quanto em suas iniciativas culturais. Referências ao mármore, vidro de Murano e terrazzo fazem parte da identidade visual da maison, que também apoia projetos ligados à preservação e valorização da cidade. Ao integrar arte contemporânea aos espaços públicos e às instituições culturais venezianas, a marca reforça Venice como um centro vivo de criação, encontros e novas narrativas culturais.

















