A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou nesta segunda-feira (25) da plenária de abertura do 1º Encontro Nacional do Programa Paul Singer, realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em Brasília. O evento reuniu representantes do Governo Federal, agentes da economia solidária e lideranças de diferentes regiões do país para discutir participação popular, desenvolvimento sustentável e fortalecimento das políticas públicas voltadas à inclusão social e econômica.
Durante sua participação, Margareth Menezes destacou o processo de reconstrução das políticas culturais brasileiras e relembrou os impactos sofridos pelo setor nos últimos anos, especialmente durante a pandemia. “O que nós encontramos no Ministério da Cultura foi uma desconstrução total dos conselhos e das políticas. A intenção era acabar com todas as políticas culturais e sociais”, afirmou. A ministra também ressaltou a retomada de iniciativas voltadas à participação social, citando a realização da 6ª edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura, retomada após 12 anos.
Ao enfatizar o caráter coletivo da produção cultural, Margareth reforçou a importância da mobilização popular e da atuação dos agentes culturais na consolidação das políticas públicas. “Artista não sobe no palco sozinho. O governo sozinho também não consegue. São vocês essa grande força para que tudo isso se materialize”, declarou. Segundo ela, as ações implementadas pelo Governo Federal dependem diretamente do reconhecimento e da defesa da população para que tenham continuidade. “Tudo o que está sendo feito é do povo brasileiro. É preciso que cada comunidade reconheça e defenda essas conquistas”, completou.
A plenária também contou com a participação dos ministros Luiz Marinho, do Trabalho e Emprego, Márcia Lopes, das Mulheres, e Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência da República. O encontro integra as ações do Programa Paul Singer e busca fortalecer a economia solidária por meio do diálogo entre governo e agentes territoriais, ampliando estratégias de inclusão social, geração de renda e desenvolvimento comunitário.

Foto: Filipe Araújo/MinC













